
O apicultor, que trabalha há mais de duas décadas com abelhas, conta que tinham aproximadamente 20 mil animais no bueiro, localizado na Praça. “Elas procuram locais próximos a vegetação, aqui na Barra é comum encontrar grandes enxames. O processo de extração se resume a utilização de fumaça para deixá-las menos agressivas e em seguida elas são atraídas para dentro de uma caixa. Finalizada a remoção, elas são levadas para um apiário temporário, ficam em quarentena e depois seguem para um apiário permanente, onde são tratadas e cuidadas”, explica Maurício.
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